
sábado, 11 de junho de 2011
Arcade Fire - The Suburbs

quinta-feira, 2 de junho de 2011
Arcade Fire - Funeral

quarta-feira, 23 de março de 2011
Radiohead - The King of Limbs
segunda-feira, 21 de março de 2011
Radiohead - Hail to the Thief

sexta-feira, 4 de março de 2011
The Fall - This Nation´s Saving Grace

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
Queens of the Stone Age - Era Vulgaris

sábado, 15 de janeiro de 2011
Ministry - Psalm 69

Nunca fui lá muito fã de metal, mas o Ministry fazia algo além do que simples música barulhenta. Na postagem de hoje, Psalm 69, a obra prima da banda.
Formado em Chicago, em 1981, o Ministry foi o maior expoente do gênero denominado metal industrial. A banda liderada pelo vocalista Al Jourgensen não tinha nada em comum com o metal farofa que rolava na época. O pior é que muitas dessas bandas tiveram vida longa e inclusive ainda fazem sucesso até hoje, em insuportáveis revivals de roqueiros barrigudos e carecas. Menos mal que o Ministry se manteve na ativa até 2008, um ano após a morte do baixista Paul Raven.
Lançado em 1992, Psalm 69 nunca soou tão atual como nos caóticos dias que vivemos hoje. O armagedon veio e se instalou confortavelmente no sofá da sala enquanto vemos o Jornal Nacional, mas isso já é outra história que foge aos objetivos deste blog. Digna de nota também belíssima capa do álbum. Já que o fim está próximo, aproveite.
P.S. Todos os que vivem no planeta Terra estão acompanhando a catástrofe que acometeu nosso querido Rio de Janeiro. Como carioca não posso deixar passar a oportunidade de apelar para a solidariedade dos que acompanham este blog. A fundação Viva Rio é uma ONG idônea que está recebendo doações de todos os tipos. Acesse o link http://www.vivario.org.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?sid=16&infoid=2096 e faça a sua parte
domingo, 2 de janeiro de 2011
Pearl Jam - Live At Benaroya Hall

Nada como uma manhã chuvosa de domingo para colocar as postagens em dia. Tem gente que odeia disco ao vivo, eu particularmente gosto, principalmente quando se trata de uma banda com o carisma do Pearl Jam. Os que acompanham este blog hão de lembrar que a banda já foi objeto de postagem, em março do ano que passou, com o disco Backspacer.
Em Live At Benaroya Hall (2003) temos a banda de Eddie Vedder em grande forma (em todos os sentidos, pois são mais de duas horas de música). O acústico foi realizado em Seattle e teve como objetivo angariar fundos para uma fundação humanitária. A impressão que fica, pelo ruído da platéia, é que o formato de show acústico talvez não fosse o mais apropriado para o lugar e a quantidade de gente presente.
O fã do Pearl Jam pode sentir falta de alguns dos maiores sucessos da banda, mas o disco tem bons momentos, tais como 25 minutes to go; I Believe in Miracles (dos Ramones); Around the Bend; Immortality e Parting Ways.
Live at Benaroya teve tiragem limitada, tendo sido lançado também em vinil pelo fã clube da banda, em tiragem mais limitada ainda.
P.S. Antes que eu me esqueça, FELIZ 2011!!!
DOWNLOAD (disco 1)
DOWNLOAD (disco 2)
domingo, 19 de dezembro de 2010
The Cure - The Head on the Door

Considero esse um dos discos que abriu meus ouvidos para o que estava sendo feito lá fora, numa época que eu andava meio Policarpo Quaresma em matéria de música. O outro foi The Unforgettable Fire, do U2, mas isso é assunto para uma outra postagem.
Formado no ano de 1976 em Crawley, Inglaterra, o The Cure é, basicamente, Robert Smith, o cara de maquiagem borrada e cabelos cuidadosamente espicaçados cujo maior medo é envelhecer. A formação do Cure mudou muito ao longo do tempo e do humor de Dândi de Smith, porém o membro mais constante foi seu amigo de infância e guitarrista Simon Gallup. Smith também dava seus pulinhos, tocou guitarra no Siouxsie and the Banshees e formou o projeto paralelo The Glove, com o também Banshee Steve Severin.
Lançado em 1985, The Head on the Door foi o sexto disco da banda, que então procurava um estilo mais comercial. Acertou em cheio, pois o álbum foi um estrondoso sucesso. A excelente música de trabalho In Betwen Days tocou até a exaustão a toda hora e em todo lugar, depois vieram Close to Me e The Blood. Também contribuíram muito para a divulgação desse álbum os excelentes e inovadores vídeos (veja o vídeo de In Betwen Days no youtube).
Na época virei super fã do Cure, tinha inclusive uma camiseta pintada à mão com o rosto de Smith que, por ter sido pintada por mim mesmo, era exclusiva. Já no trabalho seguinte o Cure parece ter perdido a mão, Kiss me, Kiss Me, Kiss Me (1987) ficou comercial demais pro meu gosto, tendência que permaneceu nos lançamentos posteriores.
Ainda em atividade, o Cure foi influência de muitas e, mais recentemente, virou objeto de tributo de outras tantas bandas pelo mundo afora. Nada mal para o inquieto e gorducho menino de Crawley.
sábado, 11 de dezembro de 2010
Tricky - Maxinquaye

Nascido Adrian Nicholas Matthews Thaws, em Bristol (UK), Tricky esteve na prisão aos 17 anos por uma bobagem (comprou dinheiro falso de um amigo), de qualquer forma parece ter gostado da imagem de bad boy, pois sempre posa fazendo cara de mau, segundo ele uma exigência dos fotógrafos, que teriam uma imagem estereotipada do negro ex-detento. O cara é cantor, produtor e ator e não tem controle sobre a própria imagem? ah tá.. Musicalmente, Tricky debutou no ótimo Massive Attack, nada mal para quem nasceu na cidade que é considerada a Meca do trip-hop. Saiu da banda em 1995 para lançar o disco objeto da postagem de hoje.
Maxinquaye é um disco sombrio, vocal e instrumentos são amontoados camada sobre camada, resultando num som meio sujo e caótico, como própria a capa do álbum. A cantora/namorada Martina Topley-Bird canta em quase todas as faixas, enquanto Tricky praticamente apenas sussurra. A nervosa Black Steel cai muito bem na pista de dança, vale a pena ouvir também a densa Strugglin e Hell is Round the Corner, com seu ruído artificial de agulha no LP.
Maxinquaye foi recebido efusivamente pela crítica inglesa, sendo considerado pela Rolling Stone um dos melhores discos dos anos 90, e o melhor de 1995 pela Melody Maker.
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
Pavement – Slanted and Enchanted

Taí um disco que ouvi muiiiiito, lembro que tinha uma fita cassete encardida que rodava direto no meu não menos encardido Voyage 94.
Formado na Califórnia, em 1989, o Pavement foi um dos principais expoentes da cena alternativa americana. Influenciada por The Fall e Replacements, a banda tinha como características a voz econômica (para não dizer monótona) do vocalista e guitarrista Stephen Malkmus, e um som muito enxuto. Nada sobrava ou parecia supérfluo na música do Pavement.
Lançado em 1992, Slanted & Enchanted é o primeiro disco do Pavement. Discreto como a própria banda, o disco tocou apenas em algumas rádios mais alternativas, como a Fluminense FM, de Niterói, RJ. "I was dressed for success, but success its never comes" soa profético o verso de Here. Por outro lado, Trigger Cut/Wounded-Kite At:17 e Perfume V viraram clássicos, particularmente para este que vos escreve.
O Pavement lançou mais quatro discos, sendo o último Terror Twilight, de 1999. Depois de um longo período, desde 2009 a banda vem ensaiando um tímido retorno.
P.S. Essa é uma versão dupla turbinada de Slanted and Enchanted, com muito mais músicas do que o disco original, o que acabou sendo uma agradável surpresa para mim também. Baixei e vou ouvir agora mesmo!
DOWNLOAD disco I
DOWNLOAD disco II
sábado, 27 de novembro de 2010
Jesus Christ - Superstar (1970)

Embora tenha perdido muito da graça com o tempo, Jesus Christ - Superstar, a ópera rock dos compositores Andrew Lloyd Webber e Tim Rice que virou um musical de grande sucesso na Broadway, certamente merece uma postagem. Se você ainda não conhece, não se faça de rogado.
Nascido na Inglaterra e filho de um compositor e de uma professora de piano, Andrew Lloyd Webber é considerado um dos maiores compositores do último século. Entre os musicais produzidos por ele estão Evita (1976) e Cats (1981).
A ópera abrange o período entre a entrada de Cristo em Jerusalém e o Gólgota. Ian Gillan, vocalista do Deep Purple, interpreta Jesus Cristo, enquanto a excelente cantora Yvonne Elliman personifica Maria Madalena. Elliman fez o mesmo papel na versão do cinema, lançada em 1973, porém nesta Jesus foi interpretado pelo ator Ted Neeley, que aparentemente só fez esse filme na vida e nunca mais.
J.C. Superstar ganhou uma versão brasileira que, inclusive, teria sido traduzida por Vinícius de Moraes. Disponibilizo o link dessa versão (bem interessante por sinal), mas não tenho como confirmar se a tradução é mesmo do poetinha.
P.S. Os links das partes 1 e 2 são de um site russo, mas não tem erro, é só repetir a numeração que aparece e clicar no verde logo abaixo que o arquivo vem. Pode baixar na fé (sem trocadilhos).
DOWNLOAD Parte 1
DOWNLOAD Parte 2
DOWNLOAD Versão brasileira
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
Ravi Shankar & Philip Glass - Passages

Nascido em Varanasi, na Índia, no ano de 1920, Ravi Shankar começou cedo na vida artística, aos dez anos já era bailarino no grupo de dança de seu irmão. Foi com esse grupo que Shankar foi para Paris e daí em excursão por vários países da Europa e América. A essa altura Shankar já tocava vários instrumentos e, de volta à Índia, especializou em música clássica indiana. Sua ligação com o Beatle George Harrison veio bem mais tarde, no final dos anos 60. Shankar tocou no famoso Concert for Blangadesh (1971) e no póstumo Concert for George (2003).
Considerado um dos compositores mais influentes do século que passou, Philip Glass nasceu em Baltimore (USA), em 1937. Seu contato com a música veio desde muito cedo, escutando os discos da loja de seu pai. Glass é autor de várias trilhas sonoras, por ex. Koyaanisqatsi (1982); Mishima (1985) e, mais recentemente, a do filme brazuca Nosso Lar.
Neste Passages (1990) vemos o resultado exuberante da parceria de dois músicos consagrados. A mistura da sonoridade “arcaica” (no melhor sentido do termo) da cítara de Shankar com o urbano-tecnológico-minimalista Glass resultou num disco que me fascinou desde a primeira audição.
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
Blur - Leisure

Hoje num clima bem é Pop sim, mas eu gosto, e daí? O Blur vocês certamente já conhecem, falei bastante deles nas postagens do Gorillaz. Com essa simpática nadadora de touquinha florida na capa, Leisure (1991) é o meu disco preferido da banda londrina, embora muitos prefiram Parklife (1994).
Leisure contém duas músicas do Blur que eu particularmente adoro: There´s No Other Way e She´s So High.
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
The White Stripes - Elephant

Já faz algum tempo que eu queria falar do White Stripes, gosto muito dessa dupla formada por (ex) marido e mulher. Você pensava que fossem irmãos, né? Pois eu também, inclusive eles se tratavam como irmãos, mas a verdade é que eles foram casados entre 1996 e 2000 e só agora um jornalista descobriu a brincadeira.
Formado em Detroit no ano de 1997 por Jack White (voz e guitarra) e Meg White (bateria e vocal), o White Stripes é um dos expoentes do chamado garage rock. Seu primeiro álbum The White Stripes (1999), teve repercussão moderada. O segundo De Stijl (2000) foi baseado em um movimento de arte holandês que influenciou bastante a banda (lembra dos triângulos no clipe de Seven Nation Army? É De Stijl. O disco alcançou o 38º lugar da lista de independentes da Billboard e a banda começou a se firmar no cenário do rock. Depois vieram o comercialmente bem sucedido White Blood Cells (2001); Elephant (2003); Get Behind Me Satan (2005) e Icky Thump (2007).
Escolhi Elephant para esta postagem porque é o disco dos Stripes que conheço melhor, e sei que é muito bom, além da já citada Seven Nation Army, vale a pena conferir também as faixas The Air Near My Fingers, Black Math, I Just Know What to Do With Myself e It´s True That We Love One Another (adoro o diálogo entre Jack e Meg no final da música). Pode baixar na fé.
P.S. O White Stripes aparece no ótimo filme de Jim Jarmusch Coffe and Cigarettes. Num dos 11 curtas de que o filme é formado, Jack mostra à Meg sua bobina de Tesla (veja o vídeo).
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Quando gigantes caminhavam sobre a terra

Há muito tempo atrás, quando gigantes ainda caminhavam pela terra, havia um dinossauro moribundo, porém que ainda impressionava pela imponência e grandiosidade. Eu era menino na época, mas ainda me lembro de ter ouvido os rumores e de ter visto as pegadas recentes do colosso que se extinguia. O ano era 1979 e o gigante em questão era o Led Zeppelin, que na época lançava seu penúltimo álbum In Through the Out Door.
In Through the Out Door não consta entre os melhores discos do Led, mas foi cercado de toda a pompa dedicada a tudo que dizia respeito à banda de Jimmy Page e Robert Plant, que em pouco mais de dez anos havia alcançado o status de melhor conjunto de rock do mundo, desbancando nada mais nada menos do que os Rolling Stones.
Mas o jogo logo iria virar, o movimento punk com seu viés social já estava consolidado, pregando contra tudo que representasse o establishment, incluindo-se aí, megabandas de rock. Os tempos eram outros e ser uma banda meio mística com avião particular e tudo estava totalmente out, não havia mais espaço para o Led, condenado, tal qual um dinossauro obeso, pelo seu próprio gigantismo.
Em 1980 a banda perderia o baterista John Bonham, morto aparentemente por overdose, era o golpe de misericórdia na banda, que anunciou ser impossível prosseguir sem Bonham. No ano seguinte, com sobras de gravações, seria lançado o derradeiro álbum Coda. Assim, sem a pompa que sempre o acompanhou, o Led Zeppelin chegou ao fim.
In Through the Out Door é, apesar de tudo, um bom disco. As faixas In the Evening e Fool in the Rain se tornaram pérolas do cancioneiro Zeppeliano, mas foi a canção All My Love a mais executada nas rádios AM da época (se não me engano ainda não existiam rádios FM comerciais), acabando por se tornar uma espécie de canto do cisne do grupo.
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
Rage Against the Machine - Live in Gand Olympic Auditorium (2003)
terça-feira, 26 de outubro de 2010
Rage Against the Machine - RATM

sexta-feira, 22 de outubro de 2010
Pixies - Doolittle Demos



